Sábado fui à missa. Como sempre que vou algo me surpreendeu. O padre dizia que as pessoas devem ser criticadas e não devem ser demasiado felizes. Segundo ele as pessoas que são criticadas vão ter "o reino dos céus" e aqueles que vivem a vida sem crítica é porque não estão a viver segundo os bons desígnios de Deus. Imediatamente vieram-me à cabeça José Sócrates e Madre Teresa de Calcutá! O primeiro passa os dias a ser criticado de todas as maneiras: na Comunicação Social, na Assembleia, na rua e na minha casa. Já a Madre Teresa nunca foi criticada… Isto quer dizer que a esta hora está a Madre Teresa a aquecer no Inferno e o S. Pedro está já com a porta aberta à espera de Sócrates? Avancemos para a segunda ideia…
Segundo o mesmo padre as pessoas não devem ser demasiado felizes nem demasiado ricas. Devem viver num estado de permanente preocupação e de culpabilidade, porque afinal não passamos de meros pecadores e devemos sofrer por isso, e partilhar a riqueza com todos. Mas que Deus é este que eles proclamam que deseja que os seus "filhos" sofram? Qual é o pai que gosta de ver o filho sofrer? Acho que Portugal leva a parte do sofrimento demasiado a sério, já que andamos há séculos tristes com tudo e mais alguma coisa. E também não somos ricos, logo Deus deve estar muito feliz conosco, porque temos duas das qualidades que ele mais aprecia: somos tristes e pobres! Mas é engraçado ver que a Igreja que proclama a pobreza como uma qualidade tem o seu chefe máximo a usar sapatos Prada. Será que são falsificados? E aqui poderemos acusá-lo de além de vaidoso contribuir para o desenvolvimento da contrafacção?
Segundo o mesmo padre as pessoas não devem ser demasiado felizes nem demasiado ricas. Devem viver num estado de permanente preocupação e de culpabilidade, porque afinal não passamos de meros pecadores e devemos sofrer por isso, e partilhar a riqueza com todos. Mas que Deus é este que eles proclamam que deseja que os seus "filhos" sofram? Qual é o pai que gosta de ver o filho sofrer? Acho que Portugal leva a parte do sofrimento demasiado a sério, já que andamos há séculos tristes com tudo e mais alguma coisa. E também não somos ricos, logo Deus deve estar muito feliz conosco, porque temos duas das qualidades que ele mais aprecia: somos tristes e pobres! Mas é engraçado ver que a Igreja que proclama a pobreza como uma qualidade tem o seu chefe máximo a usar sapatos Prada. Será que são falsificados? E aqui poderemos acusá-lo de além de vaidoso contribuir para o desenvolvimento da contrafacção?
6 comentários:
os padres nao sabem passar a dita palavra de deus!!!!! axo k esses sao uns simples padrecos k nao percebem nada , nem transmitir msg e, p isso, cada vx mais tudo com vontade de os ouvir e tudo mais!!! enfim!!!!!!!!! valelos
Ningém repara nos sapatos de um padre... loool
(e a Igreja tem dinheiro, acredito que sejam verdadeiros!!)
Só espero é que um dia as pessoas comecem, como tu, a reparar nestas incoerências e idiotices. E já agora, segundo um estudo de 1999/2000 Portugal é o país da Europa que mais confiança tem na Igreja...É capaz de ser indicador de alguma coisa.
Mas os desígnios de Deus são insondáveis. Esperemos que os sapatos sejam verdadeiros - assim o Papa vai para o inferno, que é onde pertence! ;)
É o indicador de que para alem d tristes e pobres somos profundamente ignorantes lol
S n forem verdadeiros pode ir preso loool Já k a contrafacção é ilegal! :P
Rita*
Achas q n são verdadeiros? Como eu duvido disso!
Lol, gostei muito do teu artigo. Acho que a Igreja está condenada, mesmo aqui em Portugal! Mas as coisas demoram e mudar. Muita gente também critica mas baptiza os filhos e leva os às cumunhões. Não me sinto católica, nunca gostei de ir à missa, sempre me aborreceu!
Quando ia a Fátima tinha medo daqueles santos e não me sentia bem naquele ambiente, às tantas tenho o diabo no corpo, lol.
Acho tambem que cada um deve ser livre de acreditar no que quer mas não me podem obrigar a acreditar em Deus, esse é um erro que muitos católicos cometem!
HELENA
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